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Patronimias

Por |2015-07-06T17:58:36-03:0020/04/2015 15:08|

Questões da clínica lacaniana das psicoses Marcel Czermak   É [...]

PATRONIMIAS – Questões da clínica lacaniana das psicoses, Marcel Czermak

Por |2015-07-06T18:06:30-03:0003/09/2013 00:26|

É com grande satisfação que disponibilizamos para o leitor brasileiro o livro de Marcel Czermak, Patronimias, que é, sem dúvida, uma das mais importantes publicações da literatura psicanalítica nos últimos anos, em especial no que concerne à clínica da psicose. Marcel Czermak foi aluno e colaborador direto de Lacan, sobretudo quanto ao trabalho com o psicótico. Chefe de Serviço no Hospital Henri Rousselle do complexo de Sainte-Anne, em Paris, era o responsável pelas apresentações de pacientes que Lacan realizava ali, escolhendo, entre os casos de maior dificuldade e valor doutrinário, os pacientes a serem entrevistados. Além dos benefícios diretos dessas apresentações para os profissionais envolvidos no tratamento e para os próprios pacientes, delas derivaram inúmeras referências retomadas por Lacan em seus Seminários.

PATRONIMIAS – Prefácio

Por |2015-08-30T23:46:19-03:0003/09/2013 00:22|

A liberdade é coisa bem estranha, pois se apresenta para a maioria de nós como um objeto que nos faltaria, e cuja propriedade deveríamos reencontrar. No melhor dos casos, é um usufruto – usus et fructus – que está separado de seu nu-proprietário; um usus e um fructus quanto aos quais nossas vidas testemunhariam mais que nos comportamos como nu-proprietários, enquanto o usus e o fructusseriam para o outro. A liberdade, então, não apenas nos faltaria, mas seria ela própria portadora de uma falta fundamental.

Será que podemos dizer com Lacan que a mulher é o sintoma do homem? (fragmento)

Por |2015-08-23T14:01:03-03:0002/09/2013 23:08|

Certamente, vocês conhecem o artigo de Freud sobre a feminilidade. É um artigo que é, evidentemente, cheio de preconceitos que nós vamos tentar tratar. Que preconceitos? Freud diz que uma mulher é constituída como um homem, ou seja, que ela está ligada ao mesmo falicismo, mas que para realizar sua feminilidade, ela tem que renunciar a uma parte de sua virilidade e deslocar uma parte de seu erotismo do clitóris para a vagina.

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